Mike Krieger se tornou um homem muito rico. O co-fundador do aplicativo de compartilhamento de fotos Instagram, que foi recentemente comprado pelo Facebook, por 1 bilhão de dólares, em um espaço de tempo incrivelmente curto, tornou-se o aplicativo tecnológico mais bem sucedido do Brasil. Krieger deixou sua terra natal e foi para Universidade de Stanford, antes de tomar sua residência, previsivelmente, em São Francisco. O desafio do Brasil agora é fazer com que cresça o número de empresários tecnológicos e, mantê-los em casa.
Isso exige investimento. Segundo Reuters, não há dados oficiais para o financiamento do capital no Brasil, mas as evidências sugerem que houve 6 aplicações em 2009, 17 em 2011 e 45 investimentos de capital em 2011. A partir de 2012, mais de doze empresas, incluindo algumas das maiores do mundo, estão querendo depositar seus fundos no empreendedorismo brasileiro.
Ainda há obstáculos para crescer, que sufocam o ecossistema empresarial. SurveyMonkey, reconhece que há uma escassez de serviços jurídicos de baixo custo e uma cultura empresarial que não facilita a promoção fácil. Mas esses são obstáculos que podem e vão ser superados.
O centro tecnológico do Brasil, São Paulo, continua crescendo, Recife, Campinas e a velha cidade mineira Belo Horizonte, onde os edifícios foram degradados para o preenchimento com empreendedorismo digital.
Nós somos o país do futuro!
Hometown Heroes
Mike Krieger is a very wealthy man. The co-founder of photo-sharing site Instagram, recently bought by Facebook for the headline figure of $1billion, has, in an incredibly short space of time, become Brazil’s most successful tech export. Krieger left his homeland to go to Stanford University, before taking up residence, predictably, in San Francisco. Brazil’s challenge now is to grow more tech entrepreneurs and keep them at home.
That requires investment. According to Reuters, there’s no official data for venture capital funding in Brazil, but anecdotal evidence suggests that there were 6 injections in 2009, 17 in 2011 and 45 capital investments in 2011. As of 2012, more than a dozen firms, including some of the world’s biggest, are looking to entrust their funds to Brazilian start-ups.
There are still obstacles to growth, which stifle the entrepreneurial ecosystem. SurveyMonkey reckons that there’s a shortage of inexpensive legal services and a business culture that doesn’t facilitate easy promotion. But these are obstacles that can and will be overcome.
Brazil’s tech centre, Sao Paulo, is continuing to grow, along with satellite hubs like Recife, Campinas and the old mining town Belo Horizonte, where dilapidated downtown buildings have been filled with digital start-ups.
The future’s looking bright!